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Redações de alunos




Fernanda Soares Rebelo Matos - (Turma de preparação para o Vestibular)

Por que o planeta clama por ética?

“Solução para grandes problemas”
        
         Assuntos que ganham grande repercussão na mídia são geralmente os que falam sobre tragédias e desastres que afetam o mundo, modificam sua estrutura e afetam a população como um todo. São notícias que fazem o ser humano perceber tamanha destruição da sociedade e partir em busca de uma solução para tias problemas.
         Diante do caos mundial e de todos os abusos vistos diariamente, por todos, tenta-se sempre retirar a parcela de culpa do homem, que é visto como última na maioria dos casos. Se ao menos houvesse por parte das autoridades e da população, uma conscientização dos princípios essenciais para tal desenvolvimento e um projeto ético de cuidado, muitos problemas seriam mais facilmente resolvidos.
         A população acaba por ser perder diante da falta de um porte ético e de um objetivo em comum. Antes do homem querer salvar seu planeta, deveria primeiro se salvar, se encontrar e cuidar de si próprio. Assim, a cooperação aconteceria de forma mais natural e com muito mais eficácia.
         Só será possível garantir a sustentabilidade da vida, quando houver respeito e ética em todas as relações. A partir do momento que a população reconhecer sua responsabilidade no processo e parar de buscar novos “culpados” para tais problemas sociais, a ética começará a acontecer. Será um grande passo em um grande caminho de busca por uma sociedade mais digna, igualitária e democrática.

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Marcos Murad - (Turma de preparação para o Vestibular)

O planeta está em perigo

         A ética é o conjunto de valores mundiais, que define as boas e más ações. Ela deveria estar presente constantemente na vida de todos, o que tornaria mais harmônica e interessante a convivência humana entre si, e com o planeta.
         Muitos atribuem a mudança de valores, que gera problemas como a desigualdade social e étnica, às novas tecnologias. Isso não está correto. Elas foram criadas para nos ajudar a solucionar problemas. Se nos desvirtuamos a sua função, o erro é nosso.
         Outro ponto que devemos prestar mais atenção, é o intenso bombardeio que recebemos da mídia com a mensagem: “O planeta está em perigo”. Devemos tomar cuidado com esse tipo de afirmação. Não é o planeta que está em perigo, e sim a espécie humana. Se tudo continuar caminhando nessa direção, a espécie humana será extinta e mesmo assim, o planeta ainda terá meios de se recuperar.
         Com isso, tiramos a conclusão que todos devemos rever nossos valores, percebendo que só com a sua mudança, podemos viver em harmonia com tudo e com todos.

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Thiago Gomes Sampaio - (Turma de preparação para o Vestibular)

Responsabilidade e escolha: A ética da vida

        Diariamente, comemos, lutamos, trabalhamos, com o objetivo de realizarmos nossos sonhos. Esses sonhos, tais “sonhos americanos”, são buscados de qualquer maneira, mas quando “a casa cai” e “afundamos no poço”, não há outra opção de socorrer a menos que fujamos da realidade para a desistência, ultrapassando nossos limites. Logo, não somos responsáveis pelas escolhas que fazemos ao longo da vida. No entanto, a vida é uma “caixa de surpresas” e aprendendo e vivendo como ela é, tornamo-nos mais responsáveis. Infelizmente, só acontece tardiamente e se acontecer.
        Há tanta injustiça, barbaridade, maldade, transgressão, rebeldia e corrupção, pois não enfrentamos nossas consequências a cada passo. Pior, não envergonhemo-nos, ou seja, predomina a desonestidade. Logo infringimos e transgredimos até a fim de nossos limites.
        Existem meios coletivos de auto ajuda como a psicologia e as igrejas que auxiliam a sociedade, principalmente a juventude, na correção de seus anos e no aprendizado de como se melhoras, fazendo o correto, valorizando suas qualidades e suas forças para a construção de um futuro próspero.
        Há várias opções de escolher nossos destinos. Nesse caso, uns são influenciados, ou seja, predomina a dependência e a ausência de senso crítico. E nem sempre são beneficiados. Em outras, elas já estão “caladas”, ou seja, “escrito nas estrelas”, dependendo de sua condição financeira, com exceção de uma maioria que é iluminada e escapa, tornando-se mais responsável, como é retratado em “Cidade de Deus”.
        Conclui-se que “acenderemos” a chama da vida quando precisarmos com a finalidade de alcançar o nosso objetivo. Será necessário agirmos o quanto antes para crer na prosperidade pessoal. Já que só o sonho coletivo é possível realizar e justamente com essa realização proliferaremos os nossos.

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Matheus Vargas Ferreira - (Turma de preparação para o Vestibular)

Sem ética, sem harmonia

        A ética atualmente é muitas vezes deixada de lado. Quando é lícita, é utilizada corretamente, por um número restrito de pessoas. O conceito desta está sendo confundido ou mesmo trocado por pessoas que geralmente não lidam muito bem com diversidades ou pensam somente em seu próprio benefício.
        Nos últimos séculos, com a urbanização, a população passou a se concentrar em centros urbanos. O custo de vida destes é mais elevado. Aqui levou as pessoas a se tornarem individualistas, não tendo a ética necessária para construir uma sociedade harmoniosa.
        A natureza já está dando sérios sinais de que a interferência do homem irá prejudicar a todos. Emissão de gases poluentes, desmatamentos, poluição dos mares e rios mostram como a falta de ética do homem o faz danificar seu próprio habitat. Consequências, diretas e indiretas, de suas interferências já podem ser notadas, como o aquecimento global.
        No Brasil, a falta de ética já é notada nos mais altos cargos políticos. Criação de um Conselho de Ética no governo já deixa implícito a falta de ética dos nossos governantes. A clareza das atitudes “anti-éticas” dos políticos e a impunidade à eles, serve de justificativa para que a população tome também estas atitudes.
        A ética é sempre a causa de harmonia constante dentro de um grupo. Logo se não a compreendermos e não aplicamos diariamente, não há modo de convivermos em harmonia como planeta e com os seres que o habitam, incluindo nós.

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Luiza Bouzon Salomani - (Turma de preparação para o Vestibular)

Transformações de atitudes

         Algumas pessoas acreditam que a ética pode transformar o planeta. Pode-se compreender a ética como uma ciência moral que engloba valores culturais, éticos, religiosos, sociais e morais.
        Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais, e revistas catástrofes climáticas e mudanças da paisagem que provocam desmatamento e até mesmo queima das florestas. Esses fatores estão ocorrendo cada vez com mais frequência. Então, o homem, que é um dos principais responsáveis por isso deve cuidar do lugar que vive.
        Um outro aspecto que diz respeito à ética é a intolerância étnica. Trata-se do fato de indivíduos não respeitarem diferenças culturais. Na novela “Caminho das Índias”, transmitida pela Rede Globo de Televisão, havia um menino rebelde que não aprovava os costumes indianos de seu colega de classe, fazia brincadeiras pejorativas humilhando-o perante a turma.
        Para o filósofo Sócrates, “as normas morais” contidas na ética não se ligam apenas nas falas do homem agir por tradição, educação ou hábito, mas principalmente por agir com convicção e inteligência. Enfim, para modificarmos o planeta é preciso que o homem seja ético, pois isso o ajudará a ser mais zeloso como o planeta e até mesmo com a sua própria vida.

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Mariana Barbosa - (Turma do Ensino Médio)

A beleza e as sociedades

         O padrão de beleza é relativo. Ele se modifica de acordo com as diferentes culturas, épocas e valores individuais que existem. E esses pontos de vista divergentes podem causar certas tensões entre as pessoas. O que deve ser evitado.
        O local da criação de um indivíduo influencia na sua forma de ver a beleza, pois seus pensamentos e opiniões são construídos de acordo com a cultura do lugar. Assim, o que pode ser belo para um africano, pode não ser para um europeu.
        Dentro dos povos também existem variantes do reconhecimento da beleza. Cada um, apesar dos valores da sociedade em que está inserido, tem a sua própria visão.
        Logo, o que se pode fazer para evitar desentendimentos e discussões é respeitar a opinião de todos. Fazendo com que exista uma convivência harmônica entre as pessoas.

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Eduardo Loureiro de Medeiros - (Turma de preparação para o vestibular)

As conveniências das relações humanas

         Em seu estado fundamental, as relações humanas são baseadas em verdades e mentiras. No entanto, contemporaneamente, as bases dessas relações perderam o seu valor moral. Por isso, cabe-se perguntar, a verdade e a mentira se transformaram em uma questão de conveniência?
         Atualmente, vivemos em um mundo com uma gigantesca variedade de culturas. Entretanto, na maioria dessas formas de pensamento, a mentira é tida como algo prejudicial às relações sociais. Mesmo assim, essa economia com a verdade é muito usada, dependendo se a situação lhe é conveniente.
         Analogamente a esse fato, pode-se notar que o aumento no uso de mentiras se dá pela ideia, equivocada, de que algumas situações pedem que a verdade seja escondida. Omitir a realidade dos fatos é tão grave quanto a própria mentira.
         Portanto, é inegável se afirmar que a sociedade atual fez das bases das relações humanas uma questão de conveniência. Com esse fato, outra seqüência advinda é a perda moral do sentido de verdade e mentira.

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Ana Carolina Siqueira - (Aluna da turma de preparação para o vestibular T:V1)

Somos aquilo que criamos

         Ao longo da história, o espaço foi progressivamente transformado pelo homem de acordo com suas necessidades de evolução e sobrevivência. As condições climáticas, a alimentação, os animais, as doenças e a vida em sociedade tornaram precisas intervenções humanas nas paisagens, as quais, por sua vez, geravam mudanças no comportamento e na vida das pessoas.
         Como numa linha do tempo os campos agrícolas, a criação de animais em cercamentos e as moradias e sua volta acabaram desmatando as vastas florestas a medida em que a população crescia e aumentava a carência de alimentos. Depois, a Revolução Industrial e sua consequente modernização da agricultura provocaram o êxodo rural, concentrando as pessoas, perto das indústrias, em cidades com pouca infra-estrutura, que mais tarde vieram a sofrer intervenções estatais por meio de reformas urbanas.
         A verticalização, causada pela valorização e inchaço populacional das cidades; a segregação sócio espacial, gerada pelas desigualdades e violência; e a escassez de cenários naturais, fruto da ocupação dos morros e do padrão de consumo dos centros urbanos acaba interferindo na vida das pessoas. O estresse, a angústia, os problemas respiratórios (poluição), o medo, o preconceito, a falta de contato e convívio com os demais, tudo isso é advindo a inserção nesse espaço, que influencia diretamente no comportamento de todos.
         Assim, o que vemos e somo é um resultado daquilo que foi transformado ao longo dos anos e preservada, tanto exterior quanto interiormente. Vivemos, modificamos e observamos o espaço gerado a partir de nossas próprias necessidades.


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Rafael Cascardo dos Santos - 3º ano do Ensino Médio

O amor não é importante

         Padronização em massa. Eis o que está ocorrendo com o sentimento amor. Apesar dele ser sentido e transmitido diferentemente de acordo com as especialidades de cada ser humano, o amor atualmente depara-se com a sua originalidade ameaçada.
         De início, é importante evidenciar as características desse sentimento que estão sendo padronizadas. No geral, há uma profunda valorização do amor romântico, o qual enfatiza a busca pela “alma gêmea” e pela idealização, como os meios principais para atingir o clichê “viveram felizes para sempre”. Existem pessoas que realmente gostam dessa idéia de amor e a seguem; já que seres dotados de individualidade, têm todo o direito de optarem pelo tipo de vida que querem.
         Por outro lado, nem todos nasceram para adotar esse conceito. No entanto, devido aos meios de comunicação de massa e aos valores da sociedade em que se encontram inseridos essas pessoas se veem coagidas a seguir o modelo romântico. A partir desse momento, abandonam a individualidade que possuem, o que gera conseqüência catrastóficas. De fato, esses indivíduos tendem a ser bastante infelizes tendo relacionamentos amorosos e afetivos muito desagradáveis.
         Em sumo, o amor não pode perder a sua originalidade. Essa está intimamente vinculado com a individualidade de cada ser humano. A única forma de alcançar a felicidade é não deixando os estereótipos transmitidos pelos meios de comunicação destruir as especialidades que o amor adquire em cada um.


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Láis Baldanza - Turma de redação para o vestibular

O processo da lagarta à borboleta

         Lagarta. Casulo. Borboleta. Esse inseto inicialmente insignificante precisa passar por uma evolução para atingir sua metamorfose. Essa transformação é incrivelmente dolorida, porque para a borboleta poder voar, por exemplo, necessita de uma força sem igual. Assim como tal artrópode precisa passar por tensões para sofrer mudanças, o homem também.
         A própria lei da natureza alega que para se alcançar uma relação perfeita, entre os homens e duas funções, viabilizando assim uma vida melhor, a sociedade necessita ultrapassar uma série de dificuldades. Dessa forma, os próprios problemas por si acabariam levando a uma sociedade perfeita. Isso ocorre, porque, o meio ambiente está constantemente buscando o equilíbrio. Assim, para a natureza saber que precisa passar por mudanças, tem que sofrer tensões que por sua vez indicam que ela está fora do equilíbrio como defendia Marx.
         Além disso, a humanidade é em essência individualista. Ela ao pensar em si mesma deixa os tais problemas da sociedade primordiais, para uma mudança em seguindo plano, já que o homem pensa em si e não na coletividade. Dessa forma, a revolução das dificuldades pessoais intensifica aqueles problemas essenciais da sociedade. Isso ocorre, porque ao buscar o bem individual muitas vezes prejudica a maioria. Como por exemplo, os camelôs ilegais, os indivíduos que utilizam esse comércio, o fazem para garantir sua sobrevivência, já que o Estado não os deu trabalho. Entretanto, esse meio utilizado como sustento não concede impostos ao governo que por sua vez não tem subsídios dos comércios ilegais para garantir emprego aos outros.
         Essa evolução intensificada novamente, agora devido ao neoliberalismo. Isso ocorre, porque a natureza individualista do homem é aumentada com tal modelo político-econômico, já que este prega a ausência do Estado e a abertura econômica. Assim, a competitividade gerada por esse receituário neoliberal força a uma luta ainda maior no “cada um por si”. Dessa forma, as tensões do povo vão acabar se intensificando, já que sua causa individualista foi aumentada. Assim, o neoliberalismo acaba proporcionando o agravamento nos problemas da população.

         A tensão, o obstáculo, ou o problema se fazem necessário para que se concretize a operação de mudança. Isso acontece devido a própria lei da natureza que é intensificada com o individualismo humano e agravada com o neoliberalismo. Assim, o homem pode se comparar a borboleta porque ambos precisam passar por processos dolorosos para se alcançar uma transformação.


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Thiago Gomes Sampaio (Ensino Médio T:L)

A ilusão do relativismo

       O relativismo é a teoria filosófica que se baseia na relatividade do conhecimento e rejeita qualquer verdade ou valor absoluto. Parte do início de que toda vontade vista é válida. Á também afirmação que todas posições marcas, todos os movimentos políticos são verdades que são relativas ao indivíduo.
       Distingue-se em dois sentidos. Primeiro, importa relativizar todos os modos de ser e impõe-se também a tolerância social, porque, pelo simples ato de estar aí, goza de direitos de existir e coexistir.
       Na globalização cultural em que os países mais ricos impõem suas culturas aos outros, influenciado pelo darwinismo social e caracterizado por um padrão europeu, há presença de um fundamentalismo visceral.
       Portanto se todas as “visões” morais são igualmente válidas, então que direito temos nós de punir alguém? Se o padrão de certo e errado que usamos para julgar alguém for baseado no relativismo, logo não temos nenhum padrão. No relativismo os padrões de certo e errado são derivados de normas sociais. Se há mudanças na sociedade, as normas podem mudar. Se seguirmos este paradigma, não podemos julgar ninguém como errado agora, pois o errado poderá tornar-se certo no futuro.

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Thiago Gomes Sampaio  T:L 

Mulher Moderna X Mulher Colonial

       Passagens históricas transcrevem mudanças no “papel” da mulher, no contexto social, tomando por base as opiniões dos marchadistas.
       Na mitologia grega as mulheres eram consideradas “deusas”, belas, magníficas, poderosas em que fariam tudo por sua beleza como na Ilíada de Homero.
       Na antiguidade egípcia eram tratadas como seres quaisquer já que o Egito era governado pelo sexo masculino. Mas surpreendemente Cleópatra se tornou imperatriz e o papel da mulher foi reestruturado.
       Percebemos que no decorrer do tempo a figura da mulher “dona de casa”, cedeu lugar também à mulher trabalhadora.
       Portanto existem mulheres que conseguem conciliar as funções de mãe, esposa, profissional, sem esquecer que esses múltiplos papéis compõem o “Ser-Mãe”. Principalmente quando têm companheiras que as valorizam e têm consciência de que a responsabilidade é dos dois. Situações conquistadas muitas vezes pelo diálogo e a busca dos mesmos objetivos, mudando a “forma”,contemporânea, de vermos a família.
 

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Thiago Gomes Sampaio T:L

Infortel: A União


     Desde o início do século xx até os dias de hoje, no “contemplado” século xxi, um dos meios de comunicação mais globalizado, atrás do telefone e do computador, se transforma junto com o homem.
     Desde o início da Revolução Industrial, a telemática e a informática formam uma parceria, em que ambas se apóiam na construção de seus desenvolvimentos. O que hoje há: a TV de plasma, a LCD; iniciando a era da TV digital.
     Ao logo dos anos, os objetivos da telemática mudam freqüentemente em relação às necessidades da população. Antes, a TV era usada após o término dos serviços trabalhistas da população como descanso familiar com programas de entretenimento. Hoje, é usada como fonte de informação, completando as notícias dos jornais e periódicos de língua escrita.
     Portanto, a telemática é qualquer máquina já vista, precisando do controle do homem em seu benefício. Devemos dominá-la para depois utilizar em nosso benefício.

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Thiago Gomes Sampaio T:L

Dos comportamentos à nação de Hoje  
 

      A evolução das sociedades modernas é condicionada pela mundialização e pela globalização económica.Mas as transformações ocorrem nos comportamentos sociais, nas altitudes e nos valores partilhados pelo conjunto das sociedades enquadradas pelas instituições que exercem o poder.
      Devido a essa “cefaléia urbana constante” , no mercado de trabalho, a classe alta impõe sua máxima autoridade nos trabalhadores de classe baixa, sendo contra  “Proletariado”. Isso aumenta o desemprego, o trabalho informal, a miséria e a mortalidade infantil occasionando a violência nas cidades.
      A partir do século XIX o número de componentes das famílias vem diminuindo de acordo com as necessidades sócio-econômicas. Uma família é composta  por no máximo  duas crianças, devido ao alto custo, durante a infãncia.Antes era composta por mais de três filhos pelo alto enriquecimento nas indústrias e no trabalho familiar.   
       Logo os materiais com que o próximo século terá de construir uma sociedade nova emergiram todos das explosões que temos que aceitar: emancipação da mulher, desemprego em massa, transformação do valor do trabalho, enfraquecimentos das classes médias, reconstituição da família como base social entre outros.Cabe à sociedade “harmonizar” o contexto com tolerância para com as diferenças.

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Eduardo Loureiro de Medeiros T:L

Mudanças na sociedade

A sociedade atual possui muitas diferenças em relação àquela em que os jovens dos anos setenta e oitenta viveram. As mudanças mais expressivas foram de ordem comportamentais da maioria da população, que, atualmente, prefere se acomodar diante das irregularidades a enfrentá-las como fizeram nossos antecessores.
         Uma marca expressiva do governo brasileiro atual é a corrupção. Esquemas fraudulentos são formados frequentemente, desviando verbas públicas para cofres privados. É dever da população se opor a esses atos, porém, essa oposição é raramente vista contemporaneamente.
         Um grande exemplo dessa mudança comportamental é a diferença entre os movimentos contra a ditadura nos anos oitenta e mobilização para a retirada do antigo reitor da UNB, no início deste ano. O primeiro foi feito com um forte ideal e uma sólida base já o outro foi um movimento muito mal organizado.
         Portanto, é necessário que haja mudanças na sociedade no entanto essas devem ocorrer para a melhoria da vida de toda a população. Cada indivíduo deveria fazer a sua parte na luta contra a corrupção, acabando de vez com a impunidade.

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Thiago Gomes Sampaio

Infortel: A União

   Desde o início do século xx até os dias de hoje, no “contemplado” século xxi, um dos meios de comunicação mais globalizado, atrás do telefone e do computador, se transforma junto com o homem.
  Desde o início da Revolução Industrial, a telemática e a informática formam uma parceria, em que ambas se apóiam na construção de seus desenvolvimentos. O que hoje há: a TV de plasma, a LCD; iniciando a era da TV digital.
  Ao logo dos anos, os objetivos da telemática mudam freqüentemente em relação às necessidades da população. Antes, a TV era usada após o término dos serviços trabalhistas da população como descanso familiar com programas de entretenimento. Hoje, é usada como fonte de informação, completando as notícias dos jornais e periódicos de língua escrita.
  Portanto, a telemática é qualquer máquina já vista, precisando do controle do homem em seu benefício. Devemos dominá-la para depois utilizar em nosso benefício.

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Thiago Gomes Sampaio

Dos comportamentos à nação de Hoje   

        A evolução das sociedades modernas é condicionada pela mundialização e pela globalização económica.Mas as transformações ocorrem nos comportamentos sociais, nas altitudes e nos valores partilhados pelo conjunto das sociedades enquadradas pelas instituições que exercem o poder.
      Devido a essa “cefaléia urbana constante” , no mercado de trabalho, a classe alta impõe sua máxima autoridade nos trabalhadores de classe baixa, sendo contra  “Proletariado”. Isso aumenta o desemprego, o trabalho informal, a miséria e a mortalidade infantil occasionando a violência nas cidades.
     A partir do século XIX o número de componentes das famílias vem diminuindo de acordo com as necessidades sócio-econômicas. Uma família é composta  por no máximo  duas crianças, devido ao alto custo, durante a infãncia.Antes era composta por mais de três filhos pelo alto enriquecimento nas indústrias e no trabalho familiar.   
       Logo os materiais com que o próximo século terá de construir uma sociedade nova emergiram todos das explosões que temos que aceitar: emancipação da mulher, desemprego em massa, transformação do valor do trabalho, enfraquecimentos das classes médias, reconstituição da família como base social entre outros.Cabe à sociedade “harmonizar” o contexto com tolerância para com as diferenças.


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Raísa Sepúlveda – 9º ano T:A

O Defeito

   Maria era uma garota no auge dos seus nove anos, porém não se divertia como as outras crianças, pois era sempre excluída do grupinho. Isso se devia ao seu jeito estabanado e inocente. Mas uma coisa que a excluía definitivamente de outras crianças eram suas orelhas chamativas.
   Nascera com orelhas feíssimas e procurava ocultá-las sob os longos cabelos. Porém, tão logo descobriam, mudava de cabeleleiro e mudava de amigos e não satisfeita mudava de cidade.
Até que, depois de percorrer todas as cidades e trocar todos os amigos, decidiu fiar sozinha, pois pensava que só assim viveria sossegada sem deboches. E sua única e inseparável amiga seria a solidão.
   Depois que cinco anos se passaram, Maria havia perdido a vontade de viver. Sentia falta ao seu lado de um abraço, um sorriso, um carinho. Então decidiu voltar atrás: foi para uma cidadezinha do interior e lá encontrou uma amiga de verdade, Beatriz. Elas faziam tudo juntas: brincavam, riam e estudavam. E depois que encontrou a confiança ao seu lado, viu a grandeza de viver uma vida sem incertezas.


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Ana Carolina Siqueira - Turma de preparação para o vestibular – T:V1
                                     
"Ciclo da corrupção "

         Ao longo da história política do Brasil ocorreram diversas mudanças. A principal delas foi a consolidação da democracia, que assegura o voto a todos os cidadãos que atingiram a maioridade. No entanto, dentre estes há pessoas sem discernimento suficiente para votar e é deste modo que o país está como está, governada pela corrupção.
         Com um sistema de educação pública tão defasada, não há como obrigar os indivíduos despreparados, a votar. Porém, para políticos antiéticos como os brasileiros é mais vantajoso suprir os desassistidos pelo governo de presentes e abraço. Assim, mais tarde, estes não são forçados à cidadania, o farão, elegendo os candidatos errados. O órgão público, por inteiro, está estruturado para o favorecimento da corrupção.
         A parcela favorecida da população, em vez de sair às ruas e exigir o cumprimento das promessas feitas pelos eleitos, permanece, incrivelmente, acomodada. Parece que vive em um país desenvolvido, sem violência, sem pobreza, sem poluição, com pagamento de altos impostos, sem plano de saúde ou com escolas públicas funcionando. Isso é falta de consciência. Essas pessoas se acostumaram a viver deste modo porque não se sentem afetadas, diretamente.
         Num país democrático nem o voto era para ser obrigatório. E mais, sem educação não deveria ser sequer permitir o voto. Somente na base da cobrança e da pressa no governo, surgirá investimento correto em educação para em seguida acontecer a extinção da corrupção.
        
        
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Luana Ferreira – 8º ano T:A
                                     
"Ou será que não? "

         Essas foram minhas melhores férias. Eu viajei com as minhas amigas para a Disney. Estava fazendo muito calor, mas deu para aproveitar.
         A viagem foi super–engraçada. Nós ficamos por três semanas. Assim que voltei, viajei com a Lívia para Búzios. Ela é muito legal, me fez rir a viajem inteira.
         Fomos à praia, e como sempre ela achou um garoto bonitinho. A viagem foi ótima.
As minhas férias acabarão quando acordei e descobri que era tudo um sonho.
         Passei as minhas verdadeiras férias em casa, fui ao shopping com meus amigos, vi alguns filmes no cinema, fui em algumas festas de aniversário, usei o computador, nada muito empolgante. Teria sido mais legal se o meu sonho fosse verdade.
        
        
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Ian Gardel – 1º ano E.M T:L
                                     
"Sonhar para viver"

        Ter uma boa condição de vida. Obter uma moradia digna. Ser capaz de sustentar sozinho. Ser independência. Sonhos que permeiam a mente de qualquer indivíduo de uma sociedade. Entretanto, para conquistá-los é necessário trabalhar duro, muito esforço.
         Sonhos todos têm. Têm direito de ter. Através dos sonhos, as pessoas superam seus medos e conseguem ter a capacidade de pensar em situações, naturalmente, boas, tanto na questão pessoal, quanto na questão mundial.
         Foram transversalmente os sonhos que mudaram a vida de muitas pessoas, hoje conhecidas, universalmente, como Oscar Niemeyer. Sem a realização desses sonhos, hoje, suas vidas, seria um “Mundo”, sem resposta.
         Pessoas começaram suas pesquisas como “Sonhos”. Newton observou os corpos celestes. Estes tinham alguma relação com universo e graças a essa teoria criou as três leis sobre a matéria e os corpos celestes. Santos Dumont sonhou que um dia o homem iria voar, sair do chão. Graças a esse pensamento, o avião foi elaborado. Galileu sonhava em ver os astros e estrelas por sua determinação, o telescópio foi criado.

         Portanto, com esforço e trabalho duro pensadores tornaram seus sonhos uma realidade, concretizaram-os. Podemos acreditar que o pior “pesadelo” é a possibilidade de perder a capacidade de sonhar, querendo, desejando, transformá-los em produto, real, palpável.


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Arthur Saavedra Melo – 6º ano - Turma: C
                                     
"Vale da Serra do Mar"

             Debret quis representar nesta tela a floresta, que provavelmente não existia na Europa, graças ao clima que faz com que a paisagem de lá seja diferente.
             Nesta tela nós podemos ver uma onça, uma cobra, uma cachoeira, morros e muito afastado aparece uma tribo de índios, que provavelmente estão caçando. Os troncos rodeados por cipó e plantas de todos os tipos. O céu está pouco representado, pois as árvores tapavam o céu. O pintor quis retratar nesta tela a grande floresta brasileira.

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Yuri Ventura Ferreira – 7º ano - T:E

Salvador

         Era outono em Salvador, quando eu visitei essa cidade importante na historio do Brasil, que foi por muito tempo capital do nosso país, e com beleza inigualável de suas praias e pontos turísticos.
        Suas vistas exuberantes demonstram com suavidade e beleza o litoral Brasileiro. De dia, as pessoas aproveitam para curtir o mar, conhecer os fortes e os faróis, como os conhecidos farol de Itapuã e farol da Barra. Aproveitam ainda para comprar muitas coisas no Mercado Modelo, comendo um bom acarajé.
        Saindo do Mercado Modelo, apenas atravessando uma rua, tem o incrível elevador Lacerda, e a vista bela e graciosa apaixona todos os dias turistas e pessoas que passam em frente, toda hora.
     Chegando às 18:00 horas da tarde, a noite caindo, as pessoas vão ao Pelourinho, em seus restaurantes magníficos e escutam a animada e divertida banda Olodum ,com seu som apaixonante. Mas quem prefere a calmaria, pode caminhar pela orla e tomar uma água-de-coco, ouvindo o som das ondas.

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Giovanna Chaves – 5º ano - T:E

Correio

        Certo dia, Acerola estava andando com sua avó na favela onde  moravam, quando viram uma multidão tentando achar suas  cartas no meio 
de muitas outras. Ouvindo todo o barulho, Nefasto, o chefe da favela,  chamou todos para a sala de reunião para resolver o assunto: o  carteiro que entregava as cartas lá não conseguia localizar as casa,  pois  as ruas não tinham nome.
       Nefasto deu a seguinte idéia:
       Nós precisamos de um moleque aqui do morro para entregar as cartas  aqui. - disse olhando para Acerola-  Acerola, você é o nosso novo  carteiro.
      Então, Acerola chamou seu amigo Laranjinha para ajuda-lo. Tudo  estava indo ótimo, até que uma carta sobrou. Os dois ficaram  desesperados tentando procurar o dono da carta, mas quando
não  acharam, subiram o morro para falar com os outros bandidos.
      Bem, quando alguma coisa não chega aonde precisa, você manda para  quem mandou.- disse um dos bandidos- Neste caso, você deve mandar a  carta de volta para o remetente.
       Acerola e Laranjinha foram até a rua Hadock Lobo, na Tijuca,  para entregar a carta. Chegando lá, eles descobriram que a  Hadock Lobo  que estavam procurando, ficava em São Paulo. Não sabiam o que fazer,  então  jogaram a carta no rio.    
Quando chegaram no morro, contaram aos  bandidos o que haviam feito e encontraram o morador que deveria  receber a carta,que estava reclamando sobre a demora. Não  tiveram  escolha, contaram a verdade. Aí o morador ficou furioso, acontece que  aquela carta era uma carta de emprego!
        Depois de serem ameaçados pelos bandidos, Acerola e  Laranjinha  resolveram fazer um mapa da favela e botar placas nas ruas  para  facilitar a entrega de cartas. Eles fazem o mapa, mas os  policiais o  acham. Então Acerola tem uma idéia, se eles mudassem as  placas, os  policiais não teriam como se localizar. Foi isso que  fizeram. Quando 
os policiais chegaram lá, não acharam as ruas certas, mas  acharam  Nefasto e o prenderam. Mesmo assim, Nefasto continuou dando ordens.

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Pedro Vinicius de Almeida Vilardo  - 5º ano - T:H

PLANETA TERRA

        Certo dia, Acerola estava andando com sua avó na favela onde  moravam, quando viram uma multidão tentando achar suas  cartas no meio 
de muitas outras. Ouvindo todo o barulho, Nefasto, o chefe da favela,  chamou todos para a sala de reunião para resolver o assunto: o  carteiro que entregava as cartas lá não conseguia localizar as casa,  pois  as ruas não tinham nome.
       Nefasto deu a seguinte idéia:
       Nós precisamos de um moleque aqui do morro para entregar as cartas  aqui. - disse olhando para Acerola-  Acerola, você é o nosso novo  carteiro.
      Então, Acerola chamou seu amigo Laranjinha para ajuda-lo. Tudo  estava indo ótimo, até que uma carta sobrou. Os dois ficaram  desesperados tentando procurar o dono da carta, mas quando
não  acharam, subiram o morro para falar com os outros bandidos.
      Bem, quando alguma coisa não chega aonde precisa, você manda para  quem mandou.- disse um dos bandidos- Neste caso, você deve mandar a  carta de volta para o remetente.
       Acerola e Laranjinha foram até a rua Hadock Lobo, na Tijuca,  para entregar a carta. Chegando lá, eles descobriram que a  Hadock Lobo  que estavam procurando, ficava em São Paulo. Não sabiam o que fazer,  então  jogaram a carta no rio.    
Quando chegaram no morro, contaram aos  bandidos o que haviam feito e encontraram o morador que deveria  receber a carta,que estava reclamando sobre a demora. Não  tiveram  escolha, contaram a verdade. Aí o morador ficou furioso, acontece que  aquela carta era uma carta de emprego!
        Depois de serem ameaçados pelos bandidos, Acerola e  Laranjinha  resolveram fazer um mapa da favela e botar placas nas ruas  para  facilitar a entrega de cartas. Eles fazem o mapa, mas os  policiais o  acham. Então Acerola tem uma idéia, se eles mudassem as  placas, os  policiais não teriam como se localizar. Foi isso que  fizeram. Quando 
os policiais chegaram lá, não acharam as ruas certas, mas  acharam  Nefasto e o prenderam. Mesmo assim, Nefasto continuou dando ordens.

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Matheus Landi – 4º ano - T:H

O passeio no Rio de Janeiro

         No dia  11 de Maio de 2007 , eu convidei umas pessoas importantes , como pintores , arquitetos , desenhistas e turistas de vários países para homenagearem o Rio de Janeiro .     
      O pintor pintou vários quadros; o arquiteto fez várias maquetes para o Rio de Janeiro e para os turistas; o desenhista desenhou   o Cristo Redentor , o Corcovado e o Maracanã. Eles ficaram impressionados com a beleza do Rio. E houve uma festa enorme, e todo mundo gostou, os cariocas e os turistas.
         Após as comemorações, todos aproveitaram para visitar os museus, onde viram fotos,pinturas e objetos sobre a cidade.

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Pedro Sélem Abrahão – 4º ano - T:H

O defeito

         Um dia uma mãe chamada Ana Lucia soube que ia ter uma filha chamada Julia, tinha uma deficiência.
         Nascera com orelhas muito feias e procurava oculta-las sob os longos cabelos. Porém, tão logo descobriam, mudava de amigos e não satisfeita mudava de cidade.
         Até que, depois de percorrer todas as cidades e trocar todos os amigos, Julia não estava satisfeita e foi para outro estado. Fez novos amigos e trocou de cabeleireiro. Ela  voltou para casa e falou para mãe:
         - Mãe , quero consertar minhas orelhas.
         -Filha, por que você quer consertar seu defeito?
         - Mãe, quero consertar meus defeitos para não passar vergonha.
         - Se você quer,  tudo bem.
         Julia e a mãe foram ao médico, quando saiu do médico estava muito alegre, pois estava curada.

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Rafaella Carneiro – 5º ano - T:H

Minha Escola

         A minha escola chama-se Palas. Ela fica na rua José Higino. Essa escola é grande, mas o meu colégio é super pequeno.
          Ele tem dois portões azuis, um pequeno e o outro meio grande; a parede é branca.
          Quando entramos nele, vemos logo em frente a secretaria. Dentro dele tem alguns bancos brancos, e dos lados há corredores.
           Para eu chegar à minha sala, eu preciso subir três andares.
           Na parte de trás do colégio temos uma cantina e um totó.

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Thiago Matera Bourseau
Aluno da turma de preparação para o vestibular – T: V1
                                     
(Falta de) Capacidade para votar

         Após duas décadas de lutas e repressões, o povo brasileiro consegue, nos anos oitenta, a tão batalhada democracia. Contudo, juntamente com liberdade caminha a responsabilidade. A partir de então a sociedade brasileira, literalmente, elege seu futuro, o que se mostra um problema pela falta de instrução dos eleitores.
         A desinformação, juntamente com a alienação da população restante, resulta em situações caóticas como Deputados serem eleitos com ficha criminal. O que é mais preocupante, no entanto, é a curta memória dessas pessoas que reelegem políticos, comprovadamente, anti-éticos. A ética, que segundo Aristósteles é o alicerce para a política, se afasta cada vez mais da teoria e se mostra uma raridade nas câmaras.
         Essa realidade de corrupção nas esferas políticas, é conseqüência do conformismo da sociedade. Para muitos o dever do cidadão termina após a confirmação do voto. Porém, é quando ele começa. Fiscalizar e cobrar o cumprimento das propostas dos eleitos é função do povo também. Contudo, o que ocorre é que, com a política as existencialistas, distribuindo bolsas, a população se satisfaz.
         Reflete-se, portanto, se os maus políticos causam a alienação pela falta de incentivo à formação intelectual ou vice-versa. Independente da origem do problema, o fato é que a sociedade depende dos governantes para poder votar conscientemente. Pois, só com educação poderão ter opinião e capacidade de distinguir as propostas enganosas das socialmente boas.
         Logo, para que anos de luta e proteção não tenham sido em vão, os governantes tem que cumprir com seu dever e promover a educação social de qualidade. Assim se formará um colégio de eleitores que saberão julgar o que é melhor para o país.

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Luísa Villar Nunes
Aluna da turma do Ensino Médio – T:L

Direitos dos jovens

         Quando vemos uma criança na rua vendendo balas ou pedindo dinheiro, estamos tratando do não cumprimento de uma norma da nossa Constituição. Mas enfrentar o desafio de garantir direitos à criança e ao adolescente não é tão simples quanto parece ser.
         Consta no Artigo 227 da Constituição Brasileira que o menor deve ter “o direito à saúde, à alimentação, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”; e diz ainda, que esses direitos devem ser assegurados pela família, sociedade e Estado. Porém, nada podem fazer, família e sociedade, se o Estado não tomar como prioridade a proteção daqueles que serão seu futuro.
         Jovens sem instrução familiar e mal encaminhados pelo convívio na própria sociedade, tomam decisões para seu futuro que, normalmente, são condenados. O que não envergamos, é que um jovem assaltante, usuário de drogas ou envolvido no tráfico é reflexo do desleixo do \Estado para com a população.
         Além disso, o papel da família é de suma importância para ajudar o jovem a garantir seus direitos contidos em lei. Nada pode ser feito em relação à saúde e educação, por exemplo, mas incentivá-lo a querer lutar por direitos, a praticar seus deveres, a sempre acreditar na melhora da sua qualidade de vida e dar o máximo de instrução, dizendo o que é correto ou não, são atitudes e posições de serem tomadas.
         Portanto, o Estado, em conjunto com a sociedade e a família, podem a longo prazo, fazer valer os direitos da criança e do adolescente. Programas de incentivo à cultura e inclusão de horário integral em escolas da rede pública, por exemplo, são soluções para começar a modificar o quadro da carência de preocupação com os direitos da criança e do adolescente.

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Caio Fernando da Silva Peres
Aluno da turma do Ensino Médio – T:L

Formação

         Aos dezoito anos, o E.C.A demonstra como a sociedade modifica-se rapidamente. Qualquer menor pode infringir as leis. É necessário constante observação para formação e reintegração à sociedade. O cidadão não é formado quando atinge a maioridade, mas ao longo de seus anos de vida, a da educação recebida. É preciso formar bons cidadãos.
         A principal fonte para formação de indivíduos socializados é a influência familiar. Existindo repressão pelas atitudes mais banais, haverá a formação de caráter e de pessoas socialmente corretas.
         Através da sociedade, o jovem recebe as principais influências para sua formação. Para isso necessita-se de uma mudança completa na sociedade, ou seja, os antigos cidadãos estarem preparados para ajudar na formação dos novos.
         Pela intervenção do Estado, obteremos a forma mais importante para reprimir os jovens. Havendo a possibilidade de reprimirem atos ilícitos.
         Criar um cidadão é uma simples questão de educação e influência. Uma pessoa com boa educação e boa influência possui pouquíssimas chances de infringir a lei. A existência do medo da repressão faz com que se respeitem as leis. Apenas educação forma um cidadão.

 

 

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Da aluna Luiza de Barrêdo Novaes (Turma de Vestibular - T:V4 2007 - Profa. Márcia de Carvalho):

EVOLUÇÃO DESTRUTIVA

A evolução do homem permitiu as transformações sociais e tecnológicas ao longo da história. Dos feudos às grandes cidades, das máquinas a vapor aos mais modernos computadores. Mudanças essas que trouxeram junto com o desenvolvimento, a destruição. Civilizações foram dizimadas, florestas devastadas e rios poluídos.

Na busca pelo desenvolvimento, os países que alcançaram primeiramente condições para tal, utilizaram-se de seus poderes e através do Imperialismo, destruíram outros povos e culturas. Exemplos disso foi o fim de povos indígenas na América Latina e da civilização como a dos Incas e Astecas.

O meio ambiente também foi e continua sendo alvo das constantes mudanças. A transição para o capitalismo intensificou sua destruição já que, a prioridade passou a ser o aumento da produção a qualquer custo, e esse custo foi a degradação do meio ambiente por meio de desmatamentos, lançamento de monóxido de carbono na atmosfera e poluição.

Medidas para atenuar tais problemas, como leis ambientais e forte fiscalização sobre elas, são raras e não funcionam, ao passo que atrapalha os objetivos da sociedade capitalista. Porém, as decisões que afetam a vida do planeta não podem ser tomadas unilateralmente por uma empresa ou país. Se todos nós teremos que pagar pelos efeitos da destruição, é justo que tenhamos, pelo menos, o direito de deliberar sobre tais problemas enquanto cidadãos do mundo.

Portanto, não é preciso ficar esperando por medidas de instituições como a ONU para agir. Cada um pode fazer sua parte. Evitar desperdício de água e utilizar transporte público são medidas que não só melhoram o ambiente, como também demonstram nosso grau de compromisso e responsabilidade com nosso planeta.


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Do aluno Pedro de Moraes (Turma de Vestibular - T:V4 2007 - Profa. Márcia de Carvalho):

UM PROBLEMA MUNDIAL


Pela declaração universal dos Direitos Humanos todo homem pode gozar os direitos e liberdade estabelecidos sem qualquer tipo de distração. O que o mundo vê, todavia, cada vez mais noticiada na imprensa, são casos que apresentam a intolerância humana contra as diferenças. Mais do que naturais para uma raça com tanta diversidade quanto humana.

O preconceito, uma das mais comuns formas de intolerância, é dos mais vis dos crimes, pois fere a moral humana e humilha a vítima. Como tal deve ter conseqüências severas para quem o comete. É preciso, por exemplo, uma legislação específica para crimes contra os direitos humanos, nela estariam englobados todos os tipos de intolerância, tratando de forma coerente, práticas tão maldosas.

Grande parte do problema se encontra nos valores das sociedades que são educadas de maneira a achar estranho tudo que é diferente seja a religião, uma poção sexual ou a própria origem. É necessário conscientizar de que o diferente enriquece e não atrapalha ou deprecia.

A tolerância e o preconceito são dois lados de um mesmo problema que aflige a todo o mundo na medida em que configura um atentado aos direitos humanos. Assim só com o esforço combinado da sociedade, mudando o comportamento geral, e das autoridades, punindo efetivamente, estaremos livres de todo o tipo de tolerância.

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